"Cada dia que passa é mais um dia difícil,
numa batalha - pela dignidade.
Necessidade de nos mantermos de pé.
A frontalidade exige-se mas as lutas tornam-se dolorosas.
Quando sofremos golpes, respondemos, contra-atacamos!
Porque respiramos e desejamos viver um pouco melhor.
As nossas vidas são jogadas!
Esperamos, sem qualquer reacção - Condenados!
As coisas acontecem, desejamos melhores dias."
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
terça-feira, 29 de setembro de 2009
"sabes que vais ter de responder ao que te disse"
Sou menina pequenina, sou sorrisos e fantasia.
"Sou menina complexada, sou medo e complicada.
Sou menina desgovernada, sou espontaneidade e magoada.
Sou menina de rua, sou desvarios e loucura.
Sou menina problemática, sou ansiedade e filmática."
Pelos vistos também sou anti-democrática.
Mas hoje sou um bocadinho menos.
"Sou menina complexada, sou medo e complicada.
Sou menina desgovernada, sou espontaneidade e magoada.
Sou menina de rua, sou desvarios e loucura.
Sou menina problemática, sou ansiedade e filmática."
Pelos vistos também sou anti-democrática.
Mas hoje sou um bocadinho menos.
Este é para a Maria...
"Hoje que o tempo é outro e a terra é a mesma ainda,
com luzes que devassam a noite, o seu segredo,
e gritos que acesos trespassam o vento, dizei-nos,
de onde somos, que raça habita em nós ainda?"
Paulo Teixeira, "Conhecimento do Apocalipse", & etc., 1988
(via A Trama)
com luzes que devassam a noite, o seu segredo,
e gritos que acesos trespassam o vento, dizei-nos,
de onde somos, que raça habita em nós ainda?"
Paulo Teixeira, "Conhecimento do Apocalipse", & etc., 1988
(via A Trama)
Etiquetas:
circunstância,
descrença,
Desigualdade,
genuino,
loucos
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
domingo, 27 de setembro de 2009
Algures onde a poesia não é para todos, mas que ela há, há.
Aqui estou eu escrevendo, escrevendo.
Está um silencio ensurdecedor. A musica acompanha-me, ajuda à concentração: "why dont you came and stay with me..".
Está uma noite de Verão bem ao sabor de férias.
Os mosquitos vagueiam aqui e acolá e alguns demasiado perto. O meu spray anti não tem nenhuma das substancias que deveria ter o que certamente não é inteligente da minha parte.
A internet, só ao fim de alguns refreshs se digna a funcionar, tem sido uma luta constante, mas lá consegui ver que o socrates ganhou. Será isso bom? Mau? não sei, a descrença que ultimamente me tem acompanhado, desta vez na política, continua. Hoje pela primeira vez na minha vida eleitoral não votei, mas por incrível que pareça e contrariando-me a mim própria acho que já considerei mais gravoso a abstenção.
Bom, tenho que continuar a escrever, mas não aqui.
Está um silencio ensurdecedor. A musica acompanha-me, ajuda à concentração: "why dont you came and stay with me..".
Está uma noite de Verão bem ao sabor de férias.
Os mosquitos vagueiam aqui e acolá e alguns demasiado perto. O meu spray anti não tem nenhuma das substancias que deveria ter o que certamente não é inteligente da minha parte.
A internet, só ao fim de alguns refreshs se digna a funcionar, tem sido uma luta constante, mas lá consegui ver que o socrates ganhou. Será isso bom? Mau? não sei, a descrença que ultimamente me tem acompanhado, desta vez na política, continua. Hoje pela primeira vez na minha vida eleitoral não votei, mas por incrível que pareça e contrariando-me a mim própria acho que já considerei mais gravoso a abstenção.
Bom, tenho que continuar a escrever, mas não aqui.
Justiça popular
Há dias, ao anoitecer. Ilha de Moçambique.
A dado momento o barulho da multidão distante.
O barulho aproxima-se.
O que será?
Campanha política?
Não.
Revolta e justiça popular: Homem de 40 anos viola criança de 8.
Até que ponto a justiça popular transpõe a barreira do moralmente aceitável ao éticamente e legalmente incorrecto?
A dado momento o barulho da multidão distante.
O barulho aproxima-se.
O que será?
Campanha política?
Não.
Revolta e justiça popular: Homem de 40 anos viola criança de 8.
Até que ponto a justiça popular transpõe a barreira do moralmente aceitável ao éticamente e legalmente incorrecto?
The Meaning of Meaning
"Two experts, to explicate Meaning,
Penned a text called 'The Meaning of Meaning',
But the world was perplexed
So three experts penned next
'The Meaning of Meaning of Meaning'"
Douglas Hofstadter
Penned a text called 'The Meaning of Meaning',
But the world was perplexed
So three experts penned next
'The Meaning of Meaning of Meaning'"
Douglas Hofstadter
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Centro de incubação e de condicionamento
- Ele diminui o número de voltas por minuto -explicou o Sr. Foster.- O pseudo-sangue circula mais lentamente, e por consequência, passa para os pulmões com intervalos mais demorados; dá, assim, menos oxigénio ao embrião. Nada melhor que a falta de oxigénio para manter um embrião abaixo do normal.-De novo esfregou as mãos.
- Mas para que é preciso manter o embrião abaixo do normal? -perguntou um estudante ingénuo.
- Que burro! -disse o director, quebrando um longo silêncio.- Nunca lhe veio à ideia que é necessário ao embrião de Epsilão um ambiente de Epsilão, assim como uma hereditariedade de Epsilão?
(Aldous Huxley, Brave New World)
- Mas para que é preciso manter o embrião abaixo do normal? -perguntou um estudante ingénuo.
- Que burro! -disse o director, quebrando um longo silêncio.- Nunca lhe veio à ideia que é necessário ao embrião de Epsilão um ambiente de Epsilão, assim como uma hereditariedade de Epsilão?
(Aldous Huxley, Brave New World)
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Não estava a contar com isto...
A fazer horas para adormecer na bela da Coreia, onde até ver não se faz nada à noite.. andei às voltas no blog do Sami.
Um link puxa outro, fui dar a outro blog: Voz no deserto (Tiago de Oliveira Cavaco).
E de repente: Sick of it all, Biohazard, D.R.I., Suicidal, Ratos de Porão.
Fiquei logo à nora. mein gott!!!!
Daí para o myspace e de repente vem: Sem Rodrigo não havia Guillul!!!
Caiu-me tudo. Com a confirmação via a "mais famosa" foto do Rodrigo!
Confesso que sempre preferi o Dentes ao Rodrigo, tinha outra atitude, mas... wow!!!
Finalmente percebi a ligação ao panque-roque!!!
Um link puxa outro, fui dar a outro blog: Voz no deserto (Tiago de Oliveira Cavaco).
E de repente: Sick of it all, Biohazard, D.R.I., Suicidal, Ratos de Porão.
Fiquei logo à nora. mein gott!!!!
Daí para o myspace e de repente vem: Sem Rodrigo não havia Guillul!!!
Caiu-me tudo. Com a confirmação via a "mais famosa" foto do Rodrigo!
Confesso que sempre preferi o Dentes ao Rodrigo, tinha outra atitude, mas... wow!!!
Finalmente percebi a ligação ao panque-roque!!!
Encontros perfeitos Nicola from Huletts in Mozambique
"Treat people as if they were what they ought to be and you will help them become what they are capable of becoming"
"Everything´s a circle. We´re each responsible for our own actions. It will come back."
"Everything´s a circle. We´re each responsible for our own actions. It will come back."
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Altruístas
Na primeira noite, eles aproximam-se
e colhem uma flor do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem,
pisam as flores, matam nosso cão.
E não dizemos nada.
Até que um dia, o mais frágil deles, entra
sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua,
e, conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E porque não dissemos nada,
já não podemos dizer nada.
Maiakovski (1893-1930)
e colhem uma flor do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem,
pisam as flores, matam nosso cão.
E não dizemos nada.
Até que um dia, o mais frágil deles, entra
sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua,
e, conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E porque não dissemos nada,
já não podemos dizer nada.
Maiakovski (1893-1930)
Parar para ver
Hoje acordei antes do despertador,
nervosa, preocupada, ansiosa.
Resolvi fazer algo que há muito deveria ter feito. Procurar algo genuino.
Ouvi coisas como:
"sabe menina eu vivo num anexo ali ao pé do hospital do rego, num r/c em que o dono me deixa ficar lá"
"O meu filho paga 20€ de renda, e este mes não pagou, mas o meu senhorio disse que não fazia mal."
"A menina tem que ir à minha casa, não quer ir lá ver onde eu vivo?"
"Eles ali da associação dão me comida, arroz, massa, e veja lá que as vezes o meu filho até me leva essa comida"
"O meu filho está só há espera que eu morra menina, não se importa comigo"
"Está a ver este olho menina? É cego, foi o meu marido que me bateu porque eu comprei 3 escudos de cale para pintar a cozinha"
"Sabe menina, eu trabalhei muito no campo, havia alturas em que só comiamos batata"
"Venho para aqui para arranjar mais um dinheirinho para os medicamentos e outras cosinhas"
"É uma vida muito triste esta, menina"
"Olhe desejo-lhe tudo de bom menina, hoje vou rezar por si, que tenha tudo de bom, menina, sim?"
E assim, ao fim de 30 minutos de conversa nos despedimos.
Eu achando que já poderia ter feito isto há 4 anos atrás e feito alguém um pouco mais feliz mais cedo. Ela um pouco mais feliz pois alguém a ouvi e se preocupou com ela. Feliz também porque irá poder comprar os medicamentos para a tensão, bem como investir no seu negócio de rua que a permite ir sobrevivendo um pouco com mais dignidade.
Tão pouco pode afinal ser tanto.
Andamos a maior parte do tempo alienados.
Precisamos parar para pensar e dar, para ver, não somente olhar.
Precisamos fazer a nossa e a poesia dos outros.
Estou numa fase descrente, mas ver a poesia nos outros, nem que seja por meros instantes, faz-me por momentos ter um bocadinho mais de fé.
nervosa, preocupada, ansiosa.
Resolvi fazer algo que há muito deveria ter feito. Procurar algo genuino.
Ouvi coisas como:
"sabe menina eu vivo num anexo ali ao pé do hospital do rego, num r/c em que o dono me deixa ficar lá"
"O meu filho paga 20€ de renda, e este mes não pagou, mas o meu senhorio disse que não fazia mal."
"A menina tem que ir à minha casa, não quer ir lá ver onde eu vivo?"
"Eles ali da associação dão me comida, arroz, massa, e veja lá que as vezes o meu filho até me leva essa comida"
"O meu filho está só há espera que eu morra menina, não se importa comigo"
"Está a ver este olho menina? É cego, foi o meu marido que me bateu porque eu comprei 3 escudos de cale para pintar a cozinha"
"Sabe menina, eu trabalhei muito no campo, havia alturas em que só comiamos batata"
"Venho para aqui para arranjar mais um dinheirinho para os medicamentos e outras cosinhas"
"É uma vida muito triste esta, menina"
"Olhe desejo-lhe tudo de bom menina, hoje vou rezar por si, que tenha tudo de bom, menina, sim?"
E assim, ao fim de 30 minutos de conversa nos despedimos.
Eu achando que já poderia ter feito isto há 4 anos atrás e feito alguém um pouco mais feliz mais cedo. Ela um pouco mais feliz pois alguém a ouvi e se preocupou com ela. Feliz também porque irá poder comprar os medicamentos para a tensão, bem como investir no seu negócio de rua que a permite ir sobrevivendo um pouco com mais dignidade.
Tão pouco pode afinal ser tanto.
Andamos a maior parte do tempo alienados.
Precisamos parar para pensar e dar, para ver, não somente olhar.
Precisamos fazer a nossa e a poesia dos outros.
Estou numa fase descrente, mas ver a poesia nos outros, nem que seja por meros instantes, faz-me por momentos ter um bocadinho mais de fé.
Acabar para recomeçar
Hoje acabei algo.
Sinto-me aliviada, mas ao mesmo tempo seria hipocrita dizer que não penso por vezes se realmente foi a atitude mais sensata.
Acabei, mas aqui estou eu ainda a terminar algo para algo que já deveria ter acabado.
Porque é que temos consideração por quem nunca a teve por nós? Para dormirmos melhor? Porque a memória é curta? Ou porque não somos todos iguais?
Hoje alguém me disse para eu não lutar por algo, seguir o caminho mais fácil. Um dos alguéns que nunca teve "a consideração". Não consigo perceber o que move certas pessoas.
Estou cansada de pessoas não genuinas.
Cansada.
Sinto-me aliviada, mas ao mesmo tempo seria hipocrita dizer que não penso por vezes se realmente foi a atitude mais sensata.
Acabei, mas aqui estou eu ainda a terminar algo para algo que já deveria ter acabado.
Porque é que temos consideração por quem nunca a teve por nós? Para dormirmos melhor? Porque a memória é curta? Ou porque não somos todos iguais?
Hoje alguém me disse para eu não lutar por algo, seguir o caminho mais fácil. Um dos alguéns que nunca teve "a consideração". Não consigo perceber o que move certas pessoas.
Estou cansada de pessoas não genuinas.
Cansada.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
21.30
Reparei nas horas, pensei que a hora já tinha passado. Fez-se luz, mas não era nada.
A re-conclusão de ontem aplica-se a hoje, tudo reside nas expectativas.
Quem controla as expectativas, controla o mundo.
Há o histerismo dos outros e o meu. Convivo melhor com o meu.
Frenética num jogo entre o barulho que sinto e o que me deixam sentir.
Demasiadas vezes regulado pelas expectativas e pelo histerismo.
A re-conclusão de ontem aplica-se a hoje, tudo reside nas expectativas.
Quem controla as expectativas, controla o mundo.
Há o histerismo dos outros e o meu. Convivo melhor com o meu.
Frenética num jogo entre o barulho que sinto e o que me deixam sentir.
Demasiadas vezes regulado pelas expectativas e pelo histerismo.
2h44m no Alfa...
2h44m no Alfa...
Acabei a apresentação, preparei o envio de todos os emails que estavam por responder.
Cheirou-me a banana, deu-me a fome, controlei-me; reli os posts dos Úrias, ri-me sozinha, dei cotoveladas à minha vizinha desconhecida, que tirou o braço. Continuou a cheirar a comida, continuei com forme, amaldiçoei não ter chegado mais cedo para ir ao Pingo Doce, pensei no que seria o jantar. A vizinha tentou ler o meu post (to be), cheguei o computador para a frente. Recebi uma mensagem, não percebi do que é que a Jaquelina estava a falar, mas quem são eles? Lá chegou a inteligência. Respondi à mensagem, não recebi resposta. Pensei se ia receber mais mensagens, controlei-me para não ficar a olhar para o telenóvel. Relembrei-me que já náo tenho idade para isso, lembrei-me do "cada momento vale o que vale", percebi que estava a misturar tudo.
Decidi fazer a lista de coisas a levar na viagem; Decidi que não me apetecia, decidi que fazia isso amanhã quando voltasse para Lisboa. Lembrei-me da música dos outros, "loucos... certos... modernos... ", lamentei ter-me esquecido do cd, resolvi mudar o som do mp3. E mudei. 2,5 € por uma sandes de merda? no way, mein gott. Continuo com fome. Aumentei o som do mp3, "your freedom comes naturally...", lembrei-me dos balões vermelhos, lembrei-me que tenho de responder aos balões vermelhos. Decidi fazer a lista de coisas que tenho de fazer antes da viagem, e repetiu-se o mesmo. Lembrei-me que ainda me doía a garganta, pensei quando é que teria apanhado frio. Já só faltam 30 minutos. Aveiro. Resolvi ver um filme. Não tenho nada novo, resolvi continuar a história do perfil. Espinho. Fiz o 21.30. Já são 21.43. Supostamente chego n1 minuto, mas ainda nem estamos em Gaia. Continuo com a minha teoria: os gajos da CP andam a enganar-nos, para cima isto nunca chega a horas. Para baixo, há duas semanas chegou com 30' de atraso, atrasei o jantar, quase que perdi o debate; a semana passada, perdi o Alfa; Esta semana vou directa a Lisboa. O que não deixa de ser irónico? há aqui sempre uma constante, e não tem a ver com os atrasos. GAIA? GAIIIIIIIIIIIIIIIIIIAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!! Preciso de 1 cigarro, ou quero 1 cigarro só e não preciso. Saturada, frustrada e cheia de fome. Hoje não há casais de namorados. E finalmente! São 21.50 - chega com 10 de atraso não é grave.
Acabei a apresentação, preparei o envio de todos os emails que estavam por responder.
Cheirou-me a banana, deu-me a fome, controlei-me; reli os posts dos Úrias, ri-me sozinha, dei cotoveladas à minha vizinha desconhecida, que tirou o braço. Continuou a cheirar a comida, continuei com forme, amaldiçoei não ter chegado mais cedo para ir ao Pingo Doce, pensei no que seria o jantar. A vizinha tentou ler o meu post (to be), cheguei o computador para a frente. Recebi uma mensagem, não percebi do que é que a Jaquelina estava a falar, mas quem são eles? Lá chegou a inteligência. Respondi à mensagem, não recebi resposta. Pensei se ia receber mais mensagens, controlei-me para não ficar a olhar para o telenóvel. Relembrei-me que já náo tenho idade para isso, lembrei-me do "cada momento vale o que vale", percebi que estava a misturar tudo.
Decidi fazer a lista de coisas a levar na viagem; Decidi que não me apetecia, decidi que fazia isso amanhã quando voltasse para Lisboa. Lembrei-me da música dos outros, "loucos... certos... modernos... ", lamentei ter-me esquecido do cd, resolvi mudar o som do mp3. E mudei. 2,5 € por uma sandes de merda? no way, mein gott. Continuo com fome. Aumentei o som do mp3, "your freedom comes naturally...", lembrei-me dos balões vermelhos, lembrei-me que tenho de responder aos balões vermelhos. Decidi fazer a lista de coisas que tenho de fazer antes da viagem, e repetiu-se o mesmo. Lembrei-me que ainda me doía a garganta, pensei quando é que teria apanhado frio. Já só faltam 30 minutos. Aveiro. Resolvi ver um filme. Não tenho nada novo, resolvi continuar a história do perfil. Espinho. Fiz o 21.30. Já são 21.43. Supostamente chego n1 minuto, mas ainda nem estamos em Gaia. Continuo com a minha teoria: os gajos da CP andam a enganar-nos, para cima isto nunca chega a horas. Para baixo, há duas semanas chegou com 30' de atraso, atrasei o jantar, quase que perdi o debate; a semana passada, perdi o Alfa; Esta semana vou directa a Lisboa. O que não deixa de ser irónico? há aqui sempre uma constante, e não tem a ver com os atrasos. GAIA? GAIIIIIIIIIIIIIIIIIIAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!! Preciso de 1 cigarro, ou quero 1 cigarro só e não preciso. Saturada, frustrada e cheia de fome. Hoje não há casais de namorados. E finalmente! São 21.50 - chega com 10 de atraso não é grave.
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